DICAS - Como NÃO criar uma Identidade Visual










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walter stodieck
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Tags: design, Dicas, Identidade Visual
Esta semana eu fui dar uma olhada nos comentários dos meus posts antigos e vi que tinha muitos comentários "novos" no post sobre quanto cobrar pelo serviço de design. A grande maioria pedindo para eu enviar a tabela de honorários da ADG novamente porque o servidor onde ela estava não está mais funcionando.
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walter stodieck
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Tags: design, Dicas, Honorários, Tabela.
Depois de meses sem atualizar, finalmente uma nova atualização, desta vez com a dica de um livro super interessante, A Cabeça de Steve Jobs, da editora Agir. O livro é uma biografia sobre Steve Jobs, o controverso CEO da Apple, que com atitudes ditas radicais, tirou a Apple da inevitável falência e a tornou uma das marcas mais importantes da atualidade.
O autor do livro é Leander Kahney, que é o editor da revista eletrônica Wired.com e principal colaborador do blog Cult of Mac (www.cultofmac.com).
O livro mostra a história de Steve mostrando seu método de trabalho dentro e fora da Apple. Para os designers o livro é muito interessante porque ele dedica um capítulo inteiro mostrando a importância que Jobs dá ao design para os seus produtos, indo desde a embalagem até o produto final, cuidando de todos os detalhes, para que os usuários dos seus produtos tenham toda uma experiência desde o momento em que abre a embalagem até o momento em que começa a usar os produtos da Apple, tornando-os produtos tão adorados pelos seus usuários.
Para terem idéia da importância do design dentro da apple, selecionei dois pequenos vídeos que mostram a importância do mesmo para a empresa. O primeiro vídeo mostra Jonathan Ive, um dos principais designers da Apple, falando sobre o processo de criação do macbook air, enquanto o segundo vídeo é uma paródia feita pela Microsoft mostrando como seria a embalagem do iPod se este fosse feito pela Microsoft ao invés da Apple.
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walter stodieck
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19:23
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O Blog Designmania completou no mês passado um ano de existência, e em setembro estaria completando um ano sem publicação... Pois é que vergonha, eu admito, mas para corrigir este erro, segue aqui uma nova atualização e a promessa de mais atualizações durante o ano.
Para comemorar o retorno das atualizações, vai uma dica bem legal (pelo menos eu acho bem legal ;) ) que é os famosos banco de imagens.
Muitas vezes o designer está com um projeto onde ele precisa usar uma imagem ou fotografia, como no caso de um folder, por exemplo. Ele então tem três saídas:
1) Tirar ele mesmo a foto;
2) Contratar um fotógrafo profissional;
3) Usar um banco de imagens.
É nessa hora que você me pergunta: “Mas Walter, quais são as vantagens e desvantagens de cada uma destas opções?”
Na primeira opção, obviamente você economiza $$, obviamente você estaria embutindo no orçamento do projeto o valor das fotos, mas não seria tão caro quanto um fotógrafo profissional. A desvantagem é que fotografia não é algo fácil de se fazer (não confunda aqui fotografia amadora, aquela que você tira no final de semana durante os churrascos de família, com fotografia profissional), para conseguir fotos boas você precisaria de tempo e paciência para obter o resultado, além de ter de fazer depois todo o tratamento.
Já na segunda opção, você tem como vantagem o fato de não precisar dedicar o seu tempo para as fotos e o tratamento na foto que será necessário é mínimo. Em compensação, o preço de um fotógrafo profissional não é barato não.
O Banco de imagens funciona que nem o fotógrafo profissional, pois economiza tempo e ainda por cima a maioria das fotos já vêm com um tratamento feito, sendo necessário somente um ou outro tratamento para se adequar ao projeto desenvolvido. No banco de imagem você tem duas formas de adquirir as imagens necessárias, a primeira é comprando a imagem avulsa pelo próprio catálogo do banco de imagens, a outra forma é comprando o cd com várias fotos (por tema ou temas variados). A vantagem do banco de imagem é que uma vez comprada a imagem, você pode usá-la a vontade. Um banco de imagem muito bom é o KEYSTONE.
Mas o que poucos sabem é que existem bancos de imagens gratuitos, isso mesmo, você não paga nada pela imagem. Alguns sites de banco de imagens pedem somente que você dê os créditos da foto ou imagem utilizada, outros nem isso. A vantagem que tem aí além da economia de tempo é a economia de $$, o que é muito importante para alguns designers. Muitas vezes não tem como embutir no projeto o valor pela imagem e mesmo assim o uso de uma imagem é extremamente necessário, é nessas horas que o designer pode usar o banco gratuito de imagens para salvar a sua pele. Um bom banco de imagens (e que eu uso com freqüência) é o STOCK.XCHNG, onde tem fotos gratuitas e de boa qualidade para profissionais usarem em seus projetos.
O banco de imagem gratuito é uma boa alternativa para o profissional que não tem como pagar pelo uso de uma ou mais imagens, mas esta é uma alternativa que deve ser usada somente em casos assim, afinal assim como o profissional de design gosta de receber pelo seu trabalho, o fotógrafo também gosta ;).
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walter stodieck
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15:39
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Tags: banco de imagens, design, Dicas, fotografia, projeto
Percebi que muitos do que entram neste blog têm procurado por artigos sobre como criar nomes para empresas.
Por este motivo resolvi fazer este breve post complementando o que disse no outro post sobre este assunto.
As dicas publicadas aqui foram retiradas do livro "Grandes Marcas, Grandes Negócios", de João Roberto Martins. Além deste livro, ele escreveu também o livro "Branding", que é uma boa dica para quem quer construir desde o início uma marca de força no mercado. Ambos os livros estão disponíveis para download no próprio site da Global Brands, empresa da qual J.R. Martins é fundador.
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walter stodieck
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21:42
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Hoje a dica é basicamente voltada para o profissional de Design que não sabe quanto cobrar pelo seu serviço. Acredito que se não todos, pelo menos a grande maioria dos profissionais de design já se perguntaram várias vezes quanto devem cobrar pelo seu serviço, pelo menos eu me incluo neste bolo, hehe.
Mas voltando ao foco principal que é a pergunta "quanto cobrar pelos serviços de design?"
Pensando nisso, a ADG Brasil (Associação dos Designers Gráficos) criou alguns anos atrás uma tabela de honorários que teoricamente resolve essa dúvida que "11 entre cada 10 designers[1]" possuem. Mas como assim a dúvida é resolvida apenas teoricamente? Simples, não podemos considerar a tabela como valores absolutos, muitos fatores podem e VÃO mudar os valores da tabela, como por exemplo o mercado de trabalho em que cada profissional vive.
A própria ADG afirma que não tem a intenção de estipular valores absolutos para todos os profissionais de design ao criar a tabela, conforme podemos ver no texto abaixo:
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walter stodieck
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00:52
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Tags: design, Dicas, Honorários
Na hora de criar uma empresa e sua marca, deve-se tomar um cuidado especial na hora de escolher o seu nome, pois ele vai ser um dos fatores decisivos para tornar a sua marca em uma marca de sucesso ou não.
Em tempos antigos, por não haver uma grande concorrência, as cidades serem menores e os relacionamentos estarem condicionados a condiança e experiências pessoais fez com que se tornasse extremamente comum que as pessoas dessem os seus próprios nomes aos seus negócios, pois era uma forma mais simples de estabelecer uma boa comunicação com consumidores e fornecedores.
Mas o mundo mudou, e fazer uma fusão exagerada da identidade do dono com a identidade do produto ou serviço não é mais o melhor caminho para a criação de uma marca, até porque pode ser que uma hora o dono não estará mais no controle da empresa, deixando a cargo de outros profissionais, qualificados ou não, quebrando a identificação que os usuários do produto ou serviço tinham com o dono da empresa.
Além do próprio nome, é também muito comum que as pessoas coloquem o nome do produto ou serviço junto do próprio nome ou de forma independente. É comum encontrarmos por aí inúmeras empresas com nomes como Plastifulano, Eletrociclano e assim por diante. Se você pensou em utilizar este recurso, lembre-se que assim como você achou fácil este nome, vários dos seus concorrentes também acharam e com certeza já estão utilizando, basta olharmos ao nosso redor...
Encontrar um bom nome realmente não é uma tarefa fácil, na verdade ela depende também da sua sorte, iniciativa ou da quantidade de dinheiro que se tem para gastar com uma consultoria especializada. Existem hoje em dia, empresas de consultoria especializadas que podem cobrar até um milhão de dólares para desenvolver um novo nome e, acredite, muitas empresas pagam por isso.
O autor João Roberto Martins, em seu livro "Grandes Marcas Grandes Negócios" nos lembra algumas dicas de como fazer para quem não tem ou não quer gastar uma enorme quantia do capital destinado à criação da marca.
01) Para começar, selecione os 10 nomes que você julgar melhor;
02) Assim que terminar a seleção, pegue esta lista e jogue fora, pois se você os achou interessante, provavelmente os seus concorrentes também já pensaram neles e já estão utilizando;
03) Na falta de recursos financeiros para contratar uma empresa especializada, Troque idéias com amigos (não incluir familiares e sócios) sobre os seus planos e objetivos, dizendo quais são os diferenciais que você possui;
04) Peça que cada um deles escreva três sugestões de nomes e, em seguida analise e descarte os nomes repetidos, refletindo sobre as qualidades dos nomes que restaram;
05) Entregue-os a um agente de propriedade industrial para que façam a busca de viabilidade de registro junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), especificamente para investigar se alguém não terá registrado os mesmos nomes (ou assemelhados) nas classes pretendidas de atuação.
Se no final o nome que sobrar for registrável, você já está na metade do caminho. Mas se mesmo depois de todo este processo não surgir nenhum resultado, parta para a tentativa de criar algo novo que seja realmente original. É bom ter desde o início um cuidado especial com o tamanho do nome, ninguém vai se lembrar de um nome extenso e complicado e, acredite, se não souberem fala-lo e/ou memoriza-lo, ninguém irá se preocupar com isso. João Roberto Martins, ainda no seu livro Grandes Marcas Grandes Negócios elaborou um roteiro simples e eficaz para criar um nome. Ao seguir este roteiro, as chances de se errar na criação de um nome se tornam muito menores do que fazer simplesmente ao acaso.
01) Faça-o curto. Um bom nome deve ser fácil de memorizar. Se as pessoas não tiverem facilidade em memorizar o seu nome, elas não irão fazê-lo. Nomes extensos como Pão de Açúcar, Semp-Toshiba, Sonho de Valsa, Diamante Negro, dentr outros, pertencem a uma época em que havia mais tempo, espaço e oportunidades para ocupar as mentes dos consumidores. Pense no motivo do porquê General Motors é reconhecida como GM, a Hewlett Packard como HP ou a cidade do Rio de Janeiro sendo mundialmente conhecida como Rio;
02) Faça-o simples. Ninguém tem tempo ou paciência para aprender a pronúncia e memorização de nomes complicados e difíceis de falar. Casos como Hewlett Packard, Electrolux, Gessy Lever, Ernst & Young, dentre outros, perdem em simplicidade quando comparados a Arno, Sadia, Ceval, Caloi, Romi, Ambev, Itaú, BBC, TAM, Gol, Nike, etc. Costuma-se gastar muito tempo e dinheiro para impor um nome que seja complicado, especialmente com os altos custos envolvidos na comunicação de massa;
03) Esqueça os jargões. Nomes como Cia. Brasileira de Distribuição, Petrõleo Brasileiro S/A, Mecânica Pesada, Companhia Vale do Rio Doce, American Express, dentre outros são históricos e relevantes, mas soam atualmente muito impessoais, cujo estilo pode gerar baixa simpatia junto aos consumidores. Alem disso você terá que gastar muito dinheiro quando alcançar o sucesso, apenas para explicar o que o seu nome significa ou representa para aqueles que não o conhecem (ou consomem);
04) Evite as tendências. Tendências não duram e tampouco nomes tendenciosos. Houve uma época em que a moda era dar nomes "pseudo-latinos" a quase tudo que se encontrava pela frente. Assim temos uma infinidade de marcas terminadas em "us" (Lexus, Taurus, Nexus, etc.), "is" (Atlantis, Novartis, etc.) ou "a“ (Zeneca, Meca, etc.);
05) Pense no futuro. Em alguns anos as novas tecnologias e a desregulamentação total dos mercados irão provavelmente levá-lo a um ambiente econômico totalmente novo. Seja qual for o seu negócio hoje, o seu nome deve crescer com você e adequar-se às novas possibilidades ou versões do seu negócio. Nomes restritos como Perfumaria Fulano, Banco Tal ou Telefonia Beltrano restringem as novas possibilidades, gerando gastos futuros com as adequações;
06) Evite acentuações. A língua portuguesa é uma das mais belas e complexas do mundo. Nosso idioma pode comportar inúmeros significados para uma mesma palavra, ato multiplicado pela conjunção de palavras e as diferentes formas de acentuação. Assim, "vovó" e "vovô" tem aplicações absolutamente diferentes conforme o acento aplicado na última vogal. Tente fazer com que um americano ou espanhol pronuncie e entenda as diferenças, e você já terá perdido um tempo precioso de negociação para exportar o seu produto ou serviço. Lembre-se do provável impacto da globalização para a sua marca...
Lembre-se também de focar os benefícios do produto, e não a sua tecnologia. Ninguém quer saber como funciona um telefone, mas sim quais os benefícios que ele vai proporcionar na sua vida. O nome deve sempre comunicar de alguma maneira o benefício que o produto ou serviço traz para o seu consumidor.